QUEM SOMOS

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QUEM SOMOS

Situada em Dom Pedrito, no coração do Pampa gaúcho, a Estância Guatambu é uma empresa familiar dedicada a geração de produtos primários e agroindustriais. Com aptidão de solo e clima privilegiados, a estância produz uma grande diversidade de produtos. Destaca-se pela utilização de tecnologia de ponta, tanto na agricultura quanto na pecuária, sendo suas atividades centradas na integração de ambas. A pecuária de corte é desenvolvida com bovinos Polled Hereford e Braford, em ciclo completo, e ovinos Texel.

Os produtos desta atividade são touros reprodutores superiores e carne de alta qualidade, proveniente de animais precoces abatidos dos 14 aos 24 meses de idade, além de cordeiros pampeanos. Na agricultura, destaca-se a produção de arroz irrigado, milho irrigado com pivô central, soja, sorgo, sementes forrageiras e uvas viníferas. Em 2013, a Guatambu intensificou suas atividades na vitivinicultura - iniciadas em 2003 -, inaugurando a primeira vinícola enoturística na região da Campanha Gaúcha.

HISTÓRICO

A Estância Guatambu tem muita história pra contar. São mais de 40 anos de muito trabalho e inovações. O início se deu em 1945, quando Walter Germano Pötter, rumou de Cachoeira do Sul para produzir arroz irrigado em lavouras arrendadas na região da Campanha do Rio Grande do Sul, Brasil. Em 1958 comprou seu primeiro pedaço de terra, em Dom Pedrito, e assim foi fundada a Estância Guatambu. Em 1960, Walter Germano importou novilhas Polled Hereford do Uruguai e iniciou um trabalho de inseminação artificial. Foi o começo da pecuária, e seu casamento com a agricultura. Iniciou-se, assim, um trabalho de integração lavoura-pecuária, o qual, até os dias de hoje, é um forte argumento para o sucesso do empreendimento.

Na década de 70, o Médico Veterinário Valter José Pötter, filho de Walter Germano, assume o comando da Estância. Em 1971, iniciou-se a utilização de novilhas e touros em reprodução aos 2 anos de idade, bem como a venda de novilhos precoces, terminados aos 24 meses. Neste mesmo ano, a Guatambu começa a selecionar os animais por produção, através de características como precocidade sexual, fertilidade, facilidade de parto, conformação, etc. Em 1972, foi feito o primeiro remate de touros Guatambu, Alvorada e Caty, em Dom Pedrito.

O remate se consagrou e segue sendo feito até os dias de hoje, sendo reconhecido pela seriedade do trabalho e pela qualidade dos produtos oferecidos. A partir daí, iniciou-se a parceria entre estas fazendas, que se uniram a fim de produzir e comercializar touros geneticamente superiores. Mais tarde, a parceria consolidou-se com o nome Grupo Delta G, que significa “ganho genético”.

Em 1976, o rebanho da Guatambu passa a integrar o Programa de Melhoramento de Bovinos de Carne da Associação Nacional dos Criadores do Brasil, o PROMEBO, sendo os produtos analisados através da Metodologia de Modelos Mistos Corrigida. Em 1980 a empresa recebeu, com muito orgulho, o prêmio nacional Produtor Rural Modelo, do Ministério da Agricultura, na categoria grande propriedade. Em 1982, a Guatambu intensifica ainda mais a produção pecuária e passa a colocar as novilhas em reprodução aos 14 meses, sendo as falhadas descartadas do plantel. Os touros também passaram a entrar em reprodução com um ano de idade. Esta técnica é vigente até os dias de hoje e possibilita a elevação da taxa de desfrute e maiores ganhos genéticos.

No início dos anos 90, a empresa já tinha todos os dados do rebanho e da contabilidade informatizados. Isto proporcionou a obtenção de um controle total de todas as entradas e saídas da propriedade, bem como a realização de análises técnicas e econômicas consistentes de todos os sistemas de produção. Em 1994, a fazenda começa a produzir os animais superprecoces destinados ao abate através do confinamento. Neste mesmo ano, é criada a Conexão Braford Dep, que consiste num programa de melhoramento de animais Braford entre fazendas associadas (do qual a Guatambu fazia parte), assessorado pelo Gensys. Em 1997, a empresa adquiriu outra propriedade em Rio Brilhante, no Mato Grosso do Sul, visando expandir a produção de touros Braford para o crescente mercado do Brasil Central. Neste mesmo ano, a Estância Guatambu se incorpora ao Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), implantando um sistema de qualidade total na pecuária, que inclui a utilização de ferramentas gerenciais, fixação de metas, etc.

Em 1998, a Guatambu passa a integrar o programa de melhoramento Conexão Delta G, oriunda da fusão entre grupo Delta G e a Conexão Braford Dep, tendo como presidente Valter Pötter. Em 1999, a Engenheira Agrônoma Raquel Hermann Pötter passa a co-administrar a parte agrícola da empresa. Na agricultura, além das lavouras de arroz irrigado, soja e sorgo, a Guatambu investiu mais ainda em diversificação, e iniciou, em 2000, o cultivo de milho irrigado com pivô central. Em 2001, a Guatambu participa do início do Projeto 10, com metas de atingir produtividade de 10 toneladas de arroz /ha. Em 2004 a meta é atingida. Em 2002, a Eng. Agrônoma Gabriela Hermann Pötter também se integra a equipe da Guatambu. Em 2003, a fazenda recebe o Prêmio Folha Verde da Assembléia Legislativa do Estado do RS como propriedade agropecuária modelo.

No mesmo ano, a fazenda inicia o projeto-piloto de plantio de uvas viníferas, visando a diversificar o empreendimento. Atualmente, a Guatambu está aprimorando suas técnicas de produção e buscando superar seus índices de rendimento. É uma busca incessante pela sintonia entre a maior eficiência e a preservação dos recursos naturais.